Forças Armadas são coesas, profissionais e não caem em “iscas políticas baratas”

Deixar o general Pazuello sem algum tipo de punição não enfraquece em nada a instituição.

As Forças Armadas atenderam o povo e o seu Comandante em Chefe, o presidente Bolsonaro.

Neste caso específico não vai gerar indisciplina e nem insatisfação internas. O caso foi considerado um assunto administrativo e não haverá uma “crise militar” ou “ingerência do presidente”, como manipula a imprensa.

O comando do Exército avaliou que a decisão seria bem compreendida internamente e, por isso, houve uma reunião prévia com os Oficiais Generais. O caso foi analisado sem paixões ou pressões, ouvindo os envolvidos e concedendo o direito à ampla defesa.

O recado dado pelo Exército ecoou tão alto, que agora na CPI só se fala na próxima, a nova criação do senadores, o tal “gabinete paralelo”.

Para o presidente da CPI, OMAR AZIZ, um novo depoimento do general Pazuello se tornou segundo plano.

“Ele vai fazer o que lá? Perder tempo? Pazuello tinha uma missão a cumprir e mais nada. O gabinete paralelo é que decidia a vida das pessoas, a hora que ia comprar imunizante”, disse o Omar Aziz

Já Renan disse que não é a prioridade do grupo de convocar Pazuello. Lógico já que o mesmo saiu gigante da situação após apoio do Presidente, das Forças e do Povo.

Mas o senador Randolfe discorda, para ele “gabinete paralelo” e general Pazuello tem a mesma prioridade, e que é preciso ouvir novamente o general

Confira a análise no canal Pátria & Defesa: